Giovani Darolt reflete sobre o trabalho dos caminhoneiros durante a pandemia

Com a retomada do setor, alguns hábitos adquiridos devem permanecer no dia a dia dos profissionais

A pandemia de Covid 19 trouxe tempos conturbados e incertos para o mundo inteiro. A crise sanitária elevou a categoria dos caminhoneiros, demonstrando ainda mais o reconhecimento pelo trabalho essencial que desempenham, assegurando o abastecimento da população. Parceiro da marca de lubrificantes Mobil Delvac™ há muitos anos, Giovani Darolt caminhoneiro e influenciador, foi convidado para destacar algumas das lições aprendidas em tempos tão difíceis.

Assegurar que alimentos e remédios continuassem chegando aos brasileiros durante a pandemia foi uma das prioridades das empresas de transportes no país. De acordo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o Brasil tem 2 milhões de caminhoneiros em atividade, com idade média de 44,8 anos e 18,8 anos de experiência na atividade. Todos sofreram consequências da pandemia e precisaram mudar suas rotinas e hábitos. “Foram várias mudanças, principalmente na higienização das mãos, distanciamento, passamos a evitar lugares fechados e a própria higienização da cabine do caminhão, além do uso de máscara durante todo o tempo”, afirma Giovani.

Uma ação importante para a categoria, foram as campanhas realizadas nas rodovias. “Contar com uma rede de apoio de empresas engajadas, como a Mobil faz toda a diferença”, destaca Giovani. Distribuição de kits de higiene pessoal, máscaras e até alimentos quando os restaurantes estavam fechados foram um apoio essencial no período. Situações adversas como essa, fazem a categoria ser ainda mais valorizada pela sociedade. A priorização dos profissionais na vacinação também foi uma ação bastante importante “Foi uma medida justa e um benefício muito útil, pois além da nossa segurança, nossas famílias puderam ficar mais tranquilas em casa”, complementa.

Certo de que alguns costumes adquiridos durante o período devem permanecer no dia a dia dos caminhoneiros, Giovani destaca que bons hábitos de higiene previnem ainda outras doenças. “Acredito que o uso do álcool deve permanecer, depois se qualquer atividade e antes de entrar no caminhão. Inclusive por saber que, além da COVID, diminuiu o número de casos de gripe por exemplo. Por isso, vale a pena continuar”, define.

Mesmo com o avanço da vacinação e queda nas infecções por COVID, Giovani percebe que muitos profissionais seguem tomando vários cuidados durante a retomada do setor. “Claro que alguns acabam relaxando um pouco. Mas vejo que a grande maioria segue com o uso de máscaras e também do álcool em gel”, afirma, destacando que atitudes como essa visam não somente sua própria segurança, mas também a dos outros colegas de profissão.